A E. E. Manoel Garcia Leal está em reforma, e verificou-se que as árvores estavam quase todas corroídas pelos cupins e tiveram que ser cortadas, fato que nos deixou muito triste, porque elas eram nosso orgulho.
Em ação conjunta dos professores: Ana Clayre (História), Eliana(Ciências), Rosângela(Matemática), Terezinha Batista(Português) e Valter(História), foi criado o projeto “A União Faz a Força”, onde os alunos realizaram um mutirão de limpeza para retirar as folhas e galhos do pátio da escola.
Com o objetivo de combater possíveis foco de Dengue, conscientizar os alunos da necessidade de preservar o meio ambiente, desenvolver o espírito de solidariedade entre alunos de séries diferentes e prevenir de acidentes.
Após conscientizar os alunos dos problemas que o acúmulo de folhas iria provocar, marcou-se um dia para realizar a limpeza, e em menos de 3 horas conseguiram recolher todo o entulho, levar para fora, onde a prefeitura municipal recolheu.
Este espaço será utilizado para demonstrar um pouco do que os alunos da E. E. Manoel Garcia Leal, Paranaíba-MS, realizaram durante as aulas de História, da profª Ana Clayre.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Maquete de um feudo

Os alunos do 7º Ano A, criaram várias maquetes para entender como funcionava um feudo.
A sala foi dividida em 6 grupos e cada um ficou responsável em criar um parte do feudo: castelo, igreja, áreas de pastagem, área de plantio de alimentos, moradia dos servos e floresta.
Os trabalhos foram montados no pátio da escola e cada grupo explicou sua parte. Durante o intervalo, alunos de outras salas visitaram a exposição juntamente com outros professores.
prof. Dilcleber visita a exposição



coordenadora Ceci

A "Madrinha" do Blog
Todos temos uma madrinha, e esse blog não poderia deixar de ser diferente.Esta é Estela, aluna do 8º ano A, e foi ela que sugeriu o nome do blog. A escolha realizou-se por meio de um concurso, cujo prêmio era uma caixa de bombom.
Eu, juntamente com a coordenação e a direção da escola, achamos que a sugestão proposta pela Estela era a mais adequada ao trabalho que irá ser realizado.
Portanto, a partir daquele dia, ela se tornou a Madrinha oficial do Blog.
A ela obrigado pela bela contribuição.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Peste Negra
Peste Negra
Meados do século XIV foi uma época marcada por muita dor, sofrimento e mortes na Europa. A Peste Bubônica, que foi apelidada pelo povo de Peste Negra, matou cerca de um terço da população européia. A doença mortal não escolhia vítimas. Reis, príncipes, senhores feudais, artesãos, servos, padres entre outros foram pegos pela peste.
A peste espalha a morte pela Europa.
Nos porões dos navios de comércio, que vinham do Oriente, entre os anos de 1346 e 1352, chegavam milhares de ratos. Estes roedores encontraram nas cidades européias um ambiente favorável, pois estas possuíam condições precárias de higiene. O esgoto corria a céu aberto e o lixo acumulava-se nas ruas. Rapidamente a população de ratos aumentou significativamente.
Estes ratos estavam contaminados com a bactéria Pasteurella Pestis. E as pulgas destes roedores transmitiam a bactéria aos homens através da picada. Os ratos também morriam da doença e, quando isto acontecia, as pulgas passavam rapidamente para os humanos para obterem seu alimento, o sangue.
Após adquirir a doença, a pessoa começava a apresentar vários sintomas: primeiro apareciam nas axilas, virilhas e pescoço vários bubos (bolhas) de pus e sangue. Em seguida, vinham os vômitos e febre alta. Era questão de dias para os doentes morrerem, pois não havia cura para a doença e a medicina era pouco desenvolvida. Vale lembrar que, para piorar a situação, a Igreja Católica opunha-se ao desenvolvimento científico e farmacológico. Os poucos que tentavam desenvolver remédios eram perseguidos e condenados à morte, acusados de bruxaria. A doença foi identificada e estudada séculos depois desta epidemia.
Relatos da época mostram que a doença foi tão grave e fez tantas vítimas que faltavam caixões e espaços nos cemitérios para enterrar os mortos. Os mais pobres eram enterrados em valas comuns, apenas enrolados em panos.
O preconceito com a doença era tão grande que os doentes eram, muitas vezes, abandonados, pela própria família, nas florestas ou em locais afastados. A doença foi sendo controlada no final do século XIV, com a adoção de medidas higiênicas nas cidades medievais.
Alunos: Ronivaldo, Fabiano e Fabio - 7º Ano A
Meados do século XIV foi uma época marcada por muita dor, sofrimento e mortes na Europa. A Peste Bubônica, que foi apelidada pelo povo de Peste Negra, matou cerca de um terço da população européia. A doença mortal não escolhia vítimas. Reis, príncipes, senhores feudais, artesãos, servos, padres entre outros foram pegos pela peste.
A peste espalha a morte pela Europa.
Nos porões dos navios de comércio, que vinham do Oriente, entre os anos de 1346 e 1352, chegavam milhares de ratos. Estes roedores encontraram nas cidades européias um ambiente favorável, pois estas possuíam condições precárias de higiene. O esgoto corria a céu aberto e o lixo acumulava-se nas ruas. Rapidamente a população de ratos aumentou significativamente.
Estes ratos estavam contaminados com a bactéria Pasteurella Pestis. E as pulgas destes roedores transmitiam a bactéria aos homens através da picada. Os ratos também morriam da doença e, quando isto acontecia, as pulgas passavam rapidamente para os humanos para obterem seu alimento, o sangue.
Após adquirir a doença, a pessoa começava a apresentar vários sintomas: primeiro apareciam nas axilas, virilhas e pescoço vários bubos (bolhas) de pus e sangue. Em seguida, vinham os vômitos e febre alta. Era questão de dias para os doentes morrerem, pois não havia cura para a doença e a medicina era pouco desenvolvida. Vale lembrar que, para piorar a situação, a Igreja Católica opunha-se ao desenvolvimento científico e farmacológico. Os poucos que tentavam desenvolver remédios eram perseguidos e condenados à morte, acusados de bruxaria. A doença foi identificada e estudada séculos depois desta epidemia.
Relatos da época mostram que a doença foi tão grave e fez tantas vítimas que faltavam caixões e espaços nos cemitérios para enterrar os mortos. Os mais pobres eram enterrados em valas comuns, apenas enrolados em panos.
O preconceito com a doença era tão grande que os doentes eram, muitas vezes, abandonados, pela própria família, nas florestas ou em locais afastados. A doença foi sendo controlada no final do século XIV, com a adoção de medidas higiênicas nas cidades medievais.
Alunos: Ronivaldo, Fabiano e Fabio - 7º Ano A
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Abolição da Escravatura
Abolição da Escravatura
Lei Áurea
Em 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinou a lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil. "Áurea" quer dizer "de ouro" e a expressão refere-se ao caráter glorioso da lei que pôs fim a essa forma desumana de exploração do trabalho. Em território brasileiro, a escravidão vigorou por cerca de três séculos, do início da colonização à assinatura da lei Áurea.
Em 1887, um ano antes da Lei Áurea, o Brasil tinha 723.419 escravos. Quando a princesa Isabel - filha de D. Pedro II - acabou com o cativeiro, os próprios escravos já tinham se libertado por si mesmos. Eles fugiam em massa, sem esperar pela lei oficial.
O Brasil foi o último país do mundo a abolir a escravidão e, entre a segunda metade do século XVI e 1850, ano em que acabou o comércio de escravos, mais de 3,6 milhões de africanos foram capturados e trazidos para o Brasil. É tanta gente que, até o século XVIII, 80% da população brasileira eram negras e trabalho era sinônimo de escravidão.
A Lei Áurea foi assinada pela princesa Isabel, a Redentora (1841-1921), com sua caneta de ouro, no dia 13 de maio de 1888, depois de aprovada no Senado, com apenas um voto contra. Na Câmara, apresentado em 7 de maio de 1888, o projeto de abolição obteve 83 dos 92 votos a favor. É a lei mais concisa que o país já teve: "Art. 1º: É declarada extinta a escravidão no Brasil; 2º: Revogam-se as disposições em contrário".
Alex Carlos - 3ª Fase A - EJA
Lei Áurea
Em 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinou a lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil. "Áurea" quer dizer "de ouro" e a expressão refere-se ao caráter glorioso da lei que pôs fim a essa forma desumana de exploração do trabalho. Em território brasileiro, a escravidão vigorou por cerca de três séculos, do início da colonização à assinatura da lei Áurea.
Em 1887, um ano antes da Lei Áurea, o Brasil tinha 723.419 escravos. Quando a princesa Isabel - filha de D. Pedro II - acabou com o cativeiro, os próprios escravos já tinham se libertado por si mesmos. Eles fugiam em massa, sem esperar pela lei oficial.
O Brasil foi o último país do mundo a abolir a escravidão e, entre a segunda metade do século XVI e 1850, ano em que acabou o comércio de escravos, mais de 3,6 milhões de africanos foram capturados e trazidos para o Brasil. É tanta gente que, até o século XVIII, 80% da população brasileira eram negras e trabalho era sinônimo de escravidão.
A Lei Áurea foi assinada pela princesa Isabel, a Redentora (1841-1921), com sua caneta de ouro, no dia 13 de maio de 1888, depois de aprovada no Senado, com apenas um voto contra. Na Câmara, apresentado em 7 de maio de 1888, o projeto de abolição obteve 83 dos 92 votos a favor. É a lei mais concisa que o país já teve: "Art. 1º: É declarada extinta a escravidão no Brasil; 2º: Revogam-se as disposições em contrário".
Alex Carlos - 3ª Fase A - EJA
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Religião Mesopotâmica

Os deuses da Mesopotâmia, extremamente numerosos, eram representados à imagem e semelhança dos seres humanos. O sol, a lua, os rios, outros elementos da natureza e entidades sobrenaturais, também eram cultuados. Embora cada cidade possuísse seu próprio deus, havia entre os sumérios algumas divindades aceitas por todos. Na Mesopotâmia, os deuses representavam o bem e o mal, tanto que adotavam castigos contra quem não cumpria com as obrigações.
O centro da civilização sumeriana era o templo, a casa dos deuses que governava a cidade, além de centro da acumulação de riqueza.
Mesopotâmicos e o Fenômeno da Natureza
Os Mesopotâmicos acreditavam que os fenômenos do mundo ao seu redor eram animados, vivos, que os poderes e a natureza tinham personificação divina. Tais fenômenos não eram humanos, mas possuíam vontade e personalidade. A religião, portanto era politeísta e panteísta. Portanto, para entender a natureza e seus variados fenômenos, os Mesopotâmicos procuravam entender a vontade, a personalidade, a direção e manifestação desta variedade de poderes.
Os deuses se diferenciavam dos homens por serem mais fortes, todo-poderosos e imortais.Cada cidade tinha um deus próprio, e, quando uma alcançava predomínio político sobre as outras, seu deus também se tornava mais cultuado. No tempo de Hamurádi, por exemplo, o deus Marduc da Babilônia foi adorado por todo o império.
A divindade feminina mais importante era Ishtar, deusa da natureza e da fecundidade.
Aluna: Jackeline Queiroz Ferreira
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